Todos contra a precarização da Educação em São Carlos

Educação é possível sem o professor?

Entenda como a proposta de “Reorganização da Educação” prejudica o ensino de nossas crianças

UMA PÉSSIMA NOVIDADE - A proposta de Reorganização da Secretaria Municipal de Educação de São Carlos traz uma péssima novidade para o aprendizado nas escolas municipais. Em vez de colocar professores de apoio em número suficiente para auxiliar alunos em dificuldade e permitir que existam professores para substituir, faz o contrário.

A Secretaria pretende não colocar esses profissionais nas escolas, como se verifica pela ausência das vagas de apoio na Portaria de Remoção e Atribuição publicada em Diário Oficial no dia 24/10/2017! A proposta, como se viu na audiência pública que discutiu o assunto, prevê que os professores ficarão à disposição da Secretaria, podendo a cada dia ser enviado para uma escola diferente.

Com isso, todos perderão: os alunos, os professores, a escola, a educação como um todo.

O QUE FAZ O PROFESSOR DE APOIO - Desde o ano de 2010, foi adotada como política na Educação de São Carlos a presença dos professores de apoio em todas as unidades escolares. Esses professores e professoras auxiliam as crianças com mais dificuldade, acompanham as atividades com professores das salas de aula e substituem quando algum professor da escola falta. O professor de apoio conhece a escola, as crianças e a comunidade, ele tem um vínculo com a proposta de Educação da escola.

Vale dizer que nos últimos anos número de professores de apoio foi ficando cada vez menor, gerando a impossibilidade de auxiliar todas as crianças com dificuldade e um número insuficiente de professores para substituição.

Assim, algumas escolas necessitaram dispensar alunos, dividir turmas distribuídas em outras salas ou até mesmo manter os alunos em quadra brincando, ferindo o direito das crianças de aprendizagem.

SEM VÍNCULO COM A ESCOLA E O ALUNO - Esse procedimento quebra o vínculo necessário do professor com a escola, com as crianças e com a comunidade escolar. Significa que o profissional simplesmente será deslocado para uma  escola sem conhecer a realidade daquela turma, o nome daquelas crianças, o trabalho que está sendo desenvolvido naquela unidade. Simplesmente será designado por  “estar à disposição”, sem vínculo com o Projeto Político Pedagógico de cada escola. Isto atenta contra a educação e contra o que a Lei determina como uma das atribuições da carreira do professor.

Se hoje já não existem professores suficientes, imagina com essa reforma que pretendem fazer por alegar que estão sobrando professores?

RASGANDO O ESTATUTO - A tal “Reorganização” é na verdade uma grande armadilha! Ela ameaça destruir o que o Estatuto da Educação de São Carlos prevê como condição de carreira do professor: a garantia de que após dois anos de efetivo, o professor tenha uma sede, que garanta esse vínculo necessário com a escola.

Existem professores com 8, 9, 12 e até mais de 15 anos de carreira na rede municipal que ficarão nessa situação. Os pais de alunos devem ficar atentos porque essa pode ser a situação da professora do seu filho já no próximo ano.

NÃO SE DEIXE ENGANAR – O “rótulo” da proposta, de que isto será bom pela Economia que será feita, não  levando em conta a qualidade da educação. E essa qualidade exige o compromisso dos professores ― e com os professores ―  da rede, algo que não será possível dentro das condições de trabalho que se pretende implementar!

TODOS CONTRA A PRECARIZAÇÃO - É necessária uma mobilização de todos para  enfrentar esse processo de precarização que estão querendo implementar em nossa cidade.

Informe-se, organize com outros pais da escola de seu filho! Vamos resistir juntos!


NÃO À ARMADILHA DA “REORGANIZAÇÃO” DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL!

POR MAIS PROFESSORES DE APOIO NAS UNIDADES ESCOLARES!

O ENSINO PÚBLICO MUNICIPAL MERECE RESPEITO!


Educação é possível sem o professor?

Entenda como a proposta de “Reorganização da Educação” prejudica o ensino de nossas crianças

UMA PÉSSIMA NOVIDADE - A proposta de Reorganização da Secretaria Municipal de Educação de São Carlos traz uma péssima novidade para o aprendizado nas escolas municipais. Em vez de colocar professores de apoio em número suficiente para auxiliar alunos em dificuldade e permitir que existam professores para substituir, faz o contrário.

A Secretaria pretende não colocar esses profissionais nas escolas, como se verifica pela ausência das vagas de apoio na Portaria de Remoção e Atribuição publicada em Diário Oficial no dia 24/10/2017! A proposta, como se viu na audiência pública que discutiu o assunto, prevê que os professores ficarão à disposição da Secretaria, podendo a cada dia ser enviado para uma escola diferente.

Com isso, todos perderão: os alunos, os professores, a escola, a educação como um todo.

O QUE FAZ O PROFESSOR DE APOIO - Desde o ano de 2010, foi adotada como política na Educação de São Carlos a presença dos professores de apoio em todas as unidades escolares. Esses professores e professoras auxiliam as crianças com mais dificuldade, acompanham as atividades com professores das salas de aula e substituem quando algum professor da escola falta. O professor de apoio conhece a escola, as crianças e a comunidade, ele tem um vínculo com a proposta de Educação da escola.

Vale dizer que nos últimos anos número de professores de apoio foi ficando cada vez menor, gerando a impossibilidade de auxiliar todas as crianças com dificuldade e um número insuficiente de professores para substituição.

Assim, algumas escolas necessitaram dispensar alunos, dividir turmas distribuídas em outras salas ou até mesmo manter os alunos em quadra brincando, ferindo o direito das crianças de aprendizagem.

SEM VÍNCULO COM A ESCOLA E O ALUNO - Esse procedimento quebra o vínculo necessário do professor com a escola, com as crianças e com a comunidade escolar. Significa que o profissional simplesmente será deslocado para uma  escola sem conhecer a realidade daquela turma, o nome daquelas crianças, o trabalho que está sendo desenvolvido naquela unidade. Simplesmente será designado por  “estar à disposição”, sem vínculo com o Projeto Político Pedagógico de cada escola. Isto atenta contra a educação e contra o que a Lei determina como uma das atribuições da carreira do professor.

Se hoje já não existem professores suficientes, imagina com essa reforma que pretendem fazer por alegar que estão sobrando professores?

RASGANDO O ESTATUTO - A tal “Reorganização” é na verdade uma grande armadilha! Ela ameaça destruir o que o Estatuto da Educação de São Carlos prevê como condição de carreira do professor: a garantia de que após dois anos de efetivo, o professor tenha uma sede, que garanta esse vínculo necessário com a escola.

Existem professores com 8, 9, 12 e até mais de 15 anos de carreira na rede municipal que ficarão nessa situação. Os pais de alunos devem ficar atentos porque essa pode ser a situação da professora do seu filho já no próximo ano.

NÃO SE DEIXE ENGANAR – O “rótulo” da proposta, de que isto será bom pela Economia que será feita, não  levando em conta a qualidade da educação. E essa qualidade exige o compromisso dos professores ― e com os professores ―  da rede, algo que não será possível dentro das condições de trabalho que se pretende implementar!

TODOS CONTRA A PRECARIZAÇÃO - É necessária uma mobilização de todos para  enfrentar esse processo de precarização que estão querendo implementar em nossa cidade.

Informe-se, organize com outros pais da escola de seu filho! Vamos resistir juntos!


NÃO À ARMADILHA DA “REORGANIZAÇÃO” DA EDUCAÇÃO MUNICIPAL!

POR MAIS PROFESSORES DE APOIO NAS UNIDADES ESCOLARES!

O ENSINO PÚBLICO MUNICIPAL MERECE RESPEITO!


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