Artistas divulgam documento defendendo candidatura de J. Antunes

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Artistas divulgam documento defendendo a candidatura de Jorge Antunes à presidência e fazem pedido ao PSOL para que o partido abrace este movimento

CARTA ABERTA, PELA EDUCAÇÃO E PELA CULTURA, DIRIGIDA AOS DIRIGENTES, MILITANTES E FILIADOS DO PSOL (Partido Socialismo e Liberdade)

O PSOL (Partido Socialismo e Liberdade) é um dos pouquíssimos partidos não incluídos nas listas e delações divulgadas recentemente, que vêm escancarando aquilo de que há muito o povo brasileiro tinha conhecimento: a podridão que, de modo sistêmico, vem enlameando a política brasileira.

Os abaixo-assinados solicitam aos dirigentes, filiados e militantes do PSOL, que considerem o lançamento da candidatura do maestro Jorge Antunes nas eleições presidenciais de 2018.

Por que Jorge Antunes?

Porque só um artista livre, corajoso, sem rabo preso às instituições oficiais e totalmente independente na mesquinhez da luta intestina de agremiações partidárias, pode garantir a defesa da soberania do Brasil e a defesa de nossa Cultura. Assim, solicitamos ao maestro Jorge Antunes que considere a possibilidade de, o quanto antes, lançarmos a sua candidatura à Presidência da República em 2018, como forma de garantir, à nação brasileira, a dignidade, o respeito, a diversidade e a plenitude do acesso à Educação de qualidade e gratuita, e às diversas vertentes da cultura brasileira, em especial aquelas chamadas eruditas e populares de raiz, sempre discriminadas pelos donos do poder e pelos grupos transnacionais da grande mídia, que se interessam pelo emburrecimento e pela alienação do nosso povo.

Por que Jorge Antunes?

Porque precisamos contar com alguém, no poder executivo, que tenha paixão pelo povo brasileiro, sensibilidade humana reconhecida, e com histórico de luta contra a promiscuidade que grassa nos três poderes da República que primam pela imoralidade e pela imiscuição do individual no coletivo.

Por que Jorge Antunes?

Porque só ele teve a coragem de dizer que 10% do PIB para a Educação é conversa para boi dormir. No calor do debate sobre a fatia, no orçamento geral da União, a ser destinada à Educação, ele foi o único a dizer, espantando a direita e surpreendendo a esquerda, que a verba para a Educação não deveria ficar atrelada ao PIB. Ele defendeu a ideia de que para a Educação devem ser destinados todos os recursos de que a Educação precisa, e que o restante do orçamento deveria ser, após, dividido entre os outros itens. O investimento em Educação, segundo Antunes, não deve diminuir caso o PIB diminua.

Por que Jorge Antunes?

Porque ele diz que é fundamental assegurar a soberania sobre o pré-sal, o solo pátrio, nossa água, nossas riquezas, nossa biodiversidade, mas não apenas isso. Antunes defende a ideia de que o Brasil precisa da repercussão de seus artistas e, portanto, de um governo que apoie o artista brasileiro, com a consciência de que a Cultura e as Artes, melhor do que o Comércio, a Indústria e as Forças Armadas, provocam a admiração e o respeito internacional. É justamente a intensidade desse apoio às artes brasileiras, populares e eruditas, que irá determinar, em termos políticos, a opção entre hegemonia, aliança ou submissão.


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